The Hills are alive/ With the sound of Music

Por André Sobreiro

Metade dos leitores olhou esse título e disse: “O Que!??!”… A outra metade cantarolou junto. E lembrou-se da cena de A Noviça Rebelde ou de Moulin Rouge. O impacto que os musicais têm nas pessoas é exatamente esse: ou amam ou detestam. Dificilmente você encontra alguém indiferente ao gênero. A idéia aqui é levanttar um pouco da história desse gênero.
A música surgiu antes da fala nos cinemas. Na era muda, músicos acompanhavam as cenas tocando ao vivo. Só anos depois que surge a fala e, na seqüência, o canto. A primeira aparição aliás, foi no ano de 1927 com O Cantor de Jazz. Já na década de 30 eles se expandiram e os mestres do cinema dançado e cantado brilharam: Fred Astaire e Ginger Rogers. Os anos 40 trouxeram aquilo que talvez seja a maior fonte da rejeição aos musicais. Até então os números cantados eram contextualizados na história e, desde Agora Seremos Felizes, de 1944, o canto passou a surgir “do nada”.
As décadas de 50 e 60 presentearam com filmes que até hoje são referências como Cantando na Chuva (1952), Amor, Sublime Amor (1961), My Fair Lady (1964) e a Noviça Rebelde (1965). Destaque também para os filmes de Elvis, precursor de sucessos como Os Embalos de Sábado à Noite (1977), filme que levou John Travolta ao estrelato.
Após uma década perdida, os anos 90 mostraram que musicais podem e devem ser resgatados. O sucesso de Evita e Priscilla resgatou a magia desse gênero. O mérito é também dos estúdios Disney que fizeram os lindos A Pequena Sereia, A Bela e a Fera e Alladin. Atualmente, os musicais vivem uma intensa retomada com filmes como Moulin Rouge, Chicago e, mais recentemente Mamma Mia!, filme que resgata as canções dos suecos do ABBA e o francês Canções de Amor.


Os 25 maiores musicais de todos os tempos

01.    Cantando na Chuva
02.    Amor, Sublime Amor
03.     O Mágico de Oz
04.    A Noviça Rebelde
05.    Cabaret
06.    Mary Poppins
07.    Nasce uma Estrela
08.    My Fair Lady
09.    Sinfonia de Paris
10.    Agora Seremos Felizes
11.    O Rei e Eu
12.    Chicago
13.    42nd Street
14.    O Show deve continuar
15.    O Picolino
16.    Uma Garota Genial
17.    A Roda da Fortuna
18.    A Canção da Vitória
19.    Um dia em Nova Iorque
20.    Grease
21.    Sete Noivas para Sete Irmãos
22.    A Bela e a Fera
23.    Eles e Elas
24.    Magnólia – O Barco das Ilusões
25.    Moulin Rouge

The Sound Of Music

Anúncios

6 Comentários

Arquivado em Cinema

6 Respostas para “The Hills are alive/ With the sound of Music

  1. Percebo que a interação das artes são coisas que despertam uma atenção especial do espectador. Por isso acho que os musicais têm este lado “ame ou odeie”. Música, dança, teatro e/ou cinema são artes que, se bem combinadas, podem dar origem a grandes clássicos que ditam uma época.

  2. Só quem usa o verbo “transbordar” consegue usar o “presentar” com o sujeito sendo uma década… HAHAHAHAH

    Olha, como pessoa humana que sabe o sapateado do Chicago de cor eu assumo que amo musicais…

  3. é… é uma coisa totalmente “musical: ame-o ou abomine-o”.

    senti falta do engraçadíssimo “todos dizem ‘eu te amo’”, do woody allen… sensacional!

  4. É, se alguém não gosta de musicais, não gosta mesmo. Eu adoro!
    Só que Molin Rouge estaria algumas posições acima e Amor, Sublime Amor (não consigo gostar muito desse filme) abaixo na minha lista. Senti falta do Sweeney Todd.

  5. Pingback: Critica – Nine « Além da Ficha Técnica

  6. Pingback: Hairspray – Em Busca da Fama | Cenas de Cinema

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s