Arquivo do autor:André Sobreiro

Férias

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Queridos amigos,

Nós, do Palpitando, como seres humanos normais que somos – ok, com uma pegada um pouco mais nerd que a média, porém ainda normais – sairemos de férias. Sol, praia, interior, cada um no seu canto, mas todos com merecidas férias.

As postagens voltarão ao seu ritmo normal dia 12 de janeiro (sim, são apenas alguns diazinhos de descanso). Convidados – como a querida da @syferrari ai embaixo – serão mais freqüentes. Mudanças visuais, algumas. Seremos finalmente um .com.br . Mas, acima de tudo, estaremos os cinco aqui, com forças renovadas, idéias fresquinhas na cabeça, palpites mil.

Obrigado em nome de todos nós por essa recepção extremamente calorosa que tivemos esses meses iniciais do projeto. Como falamos em nosso primeiro post, o parto é difícil. Mas já podemos ver esse bebê engatinhando. Até 2009!

Amanda Demétrio, André Sobreiro, Andréa Hiranaka, Caio Paganotti e Cássia Alves

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2009 – o ano do Blog (?)

Após o sucesso de Érica Chaves como colaboradora do nosso Palpitando, decidimos que seria legal mais gente dar seus palpites por aqui. Assim, aparecerão sempre umas carinhas novas. Pra começar, a convidada é leitora voraz do Palpitando e de blogs em geral. Sylvia Ferrari, a @syferrari, é autora do Gaveta de Criado Mudo, blog fofíssimo sobre, ah sobre palpites. Teria melhor estréia? Acho que não… Com vocês, Sylvinha.

Por Sylvia Ferrari

Da capa da revista Época ao Jornal da Globo, BLOG foi o assunto do momento. Fiquei me perguntando, o que “diabos” está provocando esse agendamento do tema relativamente grande na mídia?

A resposta veio semanas atrás quando TODA a blogosfera começou a twittar do Rio! Mais especificamente do Projac. O Yassuda e o Inagaki podem dar mais detalhes do que rolou lá, mas,  em poucas palavras, rolou um encontro de blogueiros com a autora Glória Pérez para conversarem sobre um novo personagem da próxima novela das 8: o Ingra, um blogueiro!

Ai tudo vez sentido. Como Relações Públicas, eu pirei na estratégia, que pode parecer Teoria da Conspiração, mas na verdade são puros conceitos de RP. Vou te explicar brevemente e didaticamente como:

Você tem uma novela para lançar e nela a autora cisma de colocar um personagem blogueiro (até porque a própria Glória tem um blog). Você olha a sua audiência e suspeita que talvez ela não sejá tão familiar com blogs, talvez você até tenha decidido passar alguma pesquisa para confirmar suas suspeitas. Logo você nota que há tempo (mais ou menos um 3 meses) para pelo menos introduzir uma noção do que é um blog para quem pouco ou nada vivência o dito-cujo. Dái surge matérias como a capa da Época e da matéria no jornal da Globo. “Xênio!!!”, você acabou avisar ao mundo que blogs existem, que valem a pena ser lido, diz por onde começar e ainda mostra quem é que produz esse conteúdo! F***ing Genial!

Tudo isso ainda vai de encontro com o investimento da emissora em mídias sociais para divulgar suas novela, como bem observaram lá no SimViral.

E o que isso tudo traz de mudança?

Eu, da minha modesta posição, digo que pelos menos haverá mais leitura de blogs. Não estou falando de aumento de leitores via feed, apenas um post passará a ganhar mais atenção de um user mais principiante (leia-se gente que usa orkut, msn, e-mail e lê um portal apenas).Aliás, eu já anunciei essa tendência de introduzir a leitura de posts quando o Yahoo!Post foi lançado. E o mais legal é ver que, como o post possibilita a resposta, esse carinha pelo menos usa esse espaço para dizer “Maneiro isso!”. (lógico que nem tudo são flores e se temos mais
comentários, precisaremos de mais moderação, Há quem diga entre os que trabalham em portais de notícias – G1, IG, Folha, etc – que permitem comentários nas matérias) Para exemplificar o que eu digo, dê uma olhada nesse post do Ecoblogs que recebeu mais de 100 comentários durante o período em que ficou em destaque na home do Yahoo . Não que eles sejam comentários bons em termos de qualidade, mas ele mostra que “mesmo não compreendendo tudo que rola online, eu consigo participar minimamente”.

Mas será que essa história de blogs na novela não vai trazer novos blogueiros?

Olha, novela de fato lança moda, se blogs vai virar uma delas vai depender da força do personagem na trama, mas se o destaque for na medida, provavelmente teremos mais gente “experimentando a coisa”.

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Talvez esse seja o caminho natural da evolução de quem hoje usa orkut+msn… E de alguma maneira tudo o que eu me escrevi me remeteu à aquela discussão que rolou no BlogCampSP esse ano sobre blogs miguxos

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CORRÃO!

Todo adolescente já teve algum filme catástrofe entre seus preferidos. O meu, vou confessar é Independence Day. Adorava ver a chegada daquela nave gigantesca, encobrindo o céu e a população se apavorando. A chegada de O dia em que a Terra Parou, com Keanu Reeves reacende essa febre juvenil. Pensando nisso, segue uma breve lista dessa categoria. Para facilitar, estarão divididinhos em dois grupos: A Invasão espacial e As Forças da Natureza.

A Invasão Espacial: pensa em qualquer coisa que está longe de nós? ETs, Marte, Asteróides, qualquer coisa. Pode ter certeza que nesses filmes eles virão direto pra cá! Pra ser mais exato, pros Estados Unidos. Mais exato ainda, ou Washington ou NY. Explosões de prédios emblemáticos como Pentágono, Casa Branca e, sempre, a Estátua da Liberdade – que não é prédio, mas sofre por que ETs e asteróides são espertos!

Impacto Profundo – dois cometas vêem para a Terra. Alguns eleitos são enviados para um bunker, para recriar a humanidade. Com Elijah Wood, Robert Duvall e Vanessa Redgrave.

Armageddon – a encarnação do sofrimento nesses filmes! Liv Tyler vê o pai (Bruce Willis) e o namorado (Ben Affleck), ambos astronautas,  numa missão destruir um asteróide. A cena da tela provoca o choro em qualquer um que assista.

Independence Day – De ETs. E quase não vemos ETs! Vemos Will Smith salvando o mundo. De longe o enredo mais sem graça dessa lista, mas acenas fodásticas compensam tudo!

As Forças da Natureza: ninguém veio de fora! Está tudo aqui o tempo todo. O aquecimento global, a caça às baleias, seja lá por que, o mundo vai acabar. Salve-se quem puder!

Volcano – o culpado é um vulcão. Em Los Angeles! Tommy Lee Jones (aquele do MIB) tenta salvar a população da lava junto com Anne Heche.

Twitter, ops Twister – Dessa vez a mãe natureza mandou o vento. Ou melhor, furacões. Bill Paxton e Helen Hunt são um ex-casal que estuda o fenômeno. Nenhum grande prédio é destruído, apenas casinhas interioranas mas ver a coitada da vaquinha voando vale o filme.

Terremoto – quem disse que filme catástrofe é coisa nova? Ok, os efeitos não são os melhores do mundo mas no longínquo 1974, um terremoto atingiu a cidade de Los Angeles. No elenco, Charlton Heston e a ex-diva Ava Gardner, já em fim de carreira.

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Bicicletas a 24 fotogramas por segundo

Devido a uma viagem, nosso querido palpiteiro Caio Paganotti não poderá postar hoje. Isso não vai significar página vazia. No lugar a fiel leitora e imensa amiga que tanto faz falta aqui no Brasil Érica Chaves nos mandou esse curioso texto direto da Espanha. Publicado orginalmente no soitu.es, portal que ela trabalha, o texto em sua língua original pode ser lido aqui. Temos certeza que o Paga está se sentindo bem representado.

et-o-extraterrestrePor Érica Chaves

A Bicicleta está bem próxima da telona desde o começo do cinema. Ela já aparecia no primeiro filme dos irmãos Lumière e esta eternizada em cenas memoráveis. Começa hoje o “Bicycle Film Festival 2008” em Melbourne (Austrália), festival iitrante que durante cinco dias tornará a bicicleta protagonista da arte e do cinema. Fizemos uma lista de seus papéis de destaque na história da grande tela.

La Sortie des usines Lumière (1895)
Neste longa-metragem, a bicicleta aparece com os operários que saem das fábricas francesas nas primeiras imagens da sétima arte. E não por acaso, pois as bicicletas eram o principal meio de transporte para curtas distancias no fim do século XIX.

Ladri di biciclette (1948)
A bicicleta foi o primeiro meio usado para se fazer travilling “A bicicleta está em plena efervescência quando nasce o cinema. Por exemplo, podemos associar o movimento das rodas e o filme quando se projeta na telona”, explica Eduardo Rodríguez, professor da Universidade Complutense de Madrid. No cinema francês dos anos 40 e 50 é típica a cena em que aparece um casal em cima de uma bicicleta. O cinema italiano também mostra nas telas o interesse por esse meio de transporte no clássico “Ladri di biciclette”.

Butch Cassidy and the Sundance Kid (1969)
Tudo muda nos anos 60 e a bicicleta chega ao cinema americano como objeto de uma lembrança feliz em “Butch Cassidy and the Sundance Kid”. “A bicicleta agora faz parte de um sonho nostálgico que não pode mais ser vivido”, conta Pablo Francescutti, membro do Grupo de Estudos Avançados de Comunicação da Universidade Rey Juan Carlos de Madrid. O que está na moda agora são os sonhos de liberdade que os carros trazem consigo, como o que se vê em “Bonnie and Clyde” (1967)

As pessoas chegam às salas para ver os carros e nasce inclusive um novo subgênero, o “road movie”, cujo protagonista é o automóvel. “Na Europa havia mais carros nas telas do que nas ruas. O cinema foi o promotor do carro e provocou o desejo nas pessoas de comprar um” explicam os especialistas. Em “Herbie” (1969) o carro aparece como “objeto de amor” de seus donos.

Entretanto, o automóvel, que estava associado ao desejo, à independência e à modernidade, passa a ser associado a algo ruim. Em “O Diabo sobre rodas”, de Steven Spielberg em 1971, a personagem viaja em um carro e é perseguida por um caminhão. A fantasia agora é pesadelo e medo.

Se buscarmos um pouco mais na memória, encontraremos outros exemplos que vieram depois: “Um dia de Fúria” (1993), “Independence Day” (1996), “Armageddon” (1998). Francescutti explica que o carro teve sua ascensão com o espírito esnobe das classes altas, para depois passar a ser objeto de obsessão da maioria. Por isso está associado à destruição pessoal e coletiva.

Ainda que durante esses anos o carro chamasse mais a atenção nos filmes, outras jóias do cinema como “Breaking Away” resistem a deixar a bicicleta estacionada.

ET (1982), Quicksilver (1986) e A Vida é Bela (1997)
A bicicleta, apesar de continuar no passado temporal dos filmes, sempre esteve presente de maneira positiva no cinema. De acordo com os especialistas, o passeio em “ET” significa liberdade e em “A Vida é Bela”, a bicicleta está associada ao cotidiano e encontros de amor.

Para os que entendem de cinema, é possível que a bicicleta volte com a força que teve no começo da sétima arte, mas isso depende, sobretudo dos jovens, a principal classe consumidora de filmes na telona. “o que vemos nos filmes reflete a sociedade e os roteiristas mostram o que enxergam nela”.

La Bicicleta‘ (2006)
A principal protagonista deste filme do valenciano Sigfrid Monleón de 2006 é, sem dúvida, a bicicleta. Seu diretor assegura que se baseou no clássico do século passado “Ladri di biciclette”. A bicicleta também aparece como protagonista em apresentações ou camapanhas pelo uso da bicicleta, como em “We are traffic” (2005).

A bicicleta não só se transforma na estrela de grandes filmes, como também encontra seu espaço em pequenos documentários, curtas e longa-metragens que muitas vezes reivindicam esse meio de transporte sustentável. Há oito anos o Bicycle Film Festival , de junho a dezembro, percorre diferentes cidades do mundo como Nova York, Tóquio, Londres, Viena, paris, Milão e Melbourne, entre outras. O festival reúne diferentes trabalhos cinematográficos em torno da bicicleta que nem sempre conseguem chegam a fazer sucesso nas telonas.

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O futuro Disney

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Por André Sobreiro

Que a empresa do Sr. Walt Disney é uma fábrica de sucessos ninguém mais duvida. Desde os desenhos mais clássicos como Bela Adormecida até os atuais da parceria com a Pixar e o nonsense Piratas do Caribe, os sucessão são vários. Agora essa industria anuncia a incrível marca de 28 lançamentos até 2011.

O primeiro deles, previsto para o fim de 2009 é A Christimas Carol, filme com animação 3D baseado em história de Charles Dickens. Com direção de Robert Zemeckis e com Jim Carrey em sete papéis diferentes. Além disso, é grande a expectativa em torno de Tim Burton e sua Alice no País das Maravilhas.

Para as crianças, esse Natal traz Bolt, um cachorro metido a super herói com vozes de John Travolta e Miley Cyrus. Na seqüência virão Up e a continuação de Toy Story, que terá os outros dois filmes da trilogia relançados digitalmente.

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Mas a grande atração dos estúdios Disney não está em desenhos ou na frente das câmeras: é o diretor Jerry Bruckheimer. Nome responsável pelo sucesso da franquia Piratas do Caribe, Bruckheimer é o nome responsável por Prince of Pérsia, com o galã Jake Gyllenhaal (assumidamente um de meus atores favoritos na atualidade). Além disso, seu nome é ligado a outros projetos como o terceiro A Lenda do Tesouro Perdido, O Aprendiz de Feiticeiro e G-force. Isso sem citar o mais intenso boato do cinema atual: Piratas do Caribe 4, que ninguém sabe que continuará, mas TODO MUNDO diz que sim. São os estúdios Disney mostrando suas garras. Enormes, por sinal.

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Bond, James Bond

Por André Sobreiro

A estréia do próximo dia sete de Quantum of Solace é a coroação do Blond Bond, Daniel Craig. O caminho para o loirão, no entanto, não foi nada simples. Com antecessores como Sean Connery, George Lazenby (Quem? O Bond mais desconhecido ever!), Roger Moore, Timothy Dalton e Pierce Brosnan, Craig teve que provar que sua versão, cheia de socos, pontapés e – a heresia das hererias – roupa amassada, poderia sim cativar o público.

O agente, fã de martinis e de belas mulheres nasceu da mente do escritor inglês Ian Fleming em 1953. mas foi nove anos depois, em 1962, que o eterno Bond – e sem sombra de dúvidas o melhor deles – Sean Connery ganhou a fama mundial. 007 contra o Satânico Dr. No é, até hoje a grande referência para os fãs. A grande cena desse filme, aliás, é mundialmente vista até hoje. Ursula Andress, na pele de Hornny Ryder, sai das águas de biquíni e cinturão com uma faca, para encanto do agente. A cena foi tão marcante que, em 2002, a Bond Gilr Jynx, de Halle Berry repetiu a saída do mar em 007 Die Another Day.

As mulheres, aliás, são as grandes atrações desses filmes. As chamadas Bond Girls costumam ser mulheres fortes, mas que não resistem a pegada do bonitão. Grandes nomes já tiveram a honra de experimentar esse outro talento do britânico como Ursula Andress, Halle Berry, Kim Basinger, Teri Hatcher – sim a Lois Lane e depois Desperate Housewives – Michelle Yeoh, Eva Green e a mais recente Olga Kurylenko.

Para aqueles que não abrem mão, no entanto desses belos homens, a diversão é garantida. Sean Connery, galã de todas as épocas, sustentou por vários anos o título de espião mais charmoso de todos os tempos. Seus sucessores até seguraram o posto com grande talento, mas foi já nos anos 90 que Pierce Brosnan deixou platéias de todo o mundo de queixo caído com seu ar viril e charme maduro. Ele até pode não ser o mais talentoso dos Bonds, mas sem dúvida alguma seu charme levou muita gente pro cinema.

E por fim, o loiro. Sim, loiro. A polêmica já começou daí. Um James Bond loiro e nem tão alto assim (apenas 1,75m) tinha sido escolhido. Craig nem tão conhecido do grande público foi duramente criticado. Em Cassino Royale, que leva a história do agente para seu início, sobra porrada, suor e muita testosterona. A fórmula, bastante arriscada, agradou. Tanto que garantiu sobrevida ao gostosão, agora com o personagem mais contido e mais uma continuação garantida.

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Vampiros

Por André Sobreiro

O fim de 2008 traz para os cinemas mais um filme daquele que é um dos grandes personagens da literatura e do cinema: os Vampiros. Figura das sombras, bebedora de sangue humano, com pavor de luz, cruzes, água benta e alho, tem despertado o medo e a curiosidade por muitos e muitos anos, mais precisamente em 1897, com o livro Drácula de Bram Stoker, que difundiu a medonha personagem do Leste Europeu.

Mas foi na década de 20 que ele debutou na grande tela com Nosferatu (1922). Apesar de respeitar a história tem nomes de pessoas e locias alterados, uma vez que foi feito sem a autorização dos herdeiros do escritor.

Nos anos 50, no entanto, um ator ganhou notoriedade e até hoje é identificado com Drácula: Christopher Lee. Lançado em 1958, Drácula, é um clássico que até hoje é referência em terror.

Em 1992, o renomado Francis Ford Coppola decidiu produzir sua versão com Drácula de Bram Stoker, vivido por Gary Oldman. Dois anos depois um grupo de galãs trouxe os vampiros para a grande tela: Brad Pitt, Tom Cruise e Antonio Banderas participaram do pop Entrevista com o Vampiro, inspirado no livro de Anne Rice.

Por fim, o filme chefe desse verão: Crepúsculo. Sthephenie Meyer criou seu Edward Cullen, um vampiro adolescente charmoso e sedutor que chegou diretamente de Forks para rivalizar nos corações das adolescentes com Harry Potter. E a promessa é boa. Uma história adolescente, porém sombria, e com muita ação e romance é o que espera esse vampiro do século XXI vivido por Robert Pattinson.

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